O pesadelo continua
Quaresma foi expulso, em Leiria, e todos sabemos que, neste momento, ele é um jogador importante na formação azul e branca, um talento que brilha entre os melhores da Europa. Porém, temos muitos outros bons jogadores e nem estes, nem o treinador se devem esquecer disso. Muito menos que o futebol é um jogo de equipa e que só assim resulta.
Consequência da ausência de Quaresma, ou não, o jogo a que assistimos foi um jogo morto, apático, sem magia, com a bola a circular apenas no meio campo e o ataque sendo quase inexistente. Por uma ou outra vez, Postiga ainda fez suspirar as bancadas, mas como se vai tornando habitual, pelas piores razões... Não conseguia acertar com a bola na baliza adversária.
Para acabar tudo da pior maneira possível, numa desatenção, perdeu-se o mal menor, aquele ponto do empate. O Estrela marcou e o Porto saiu do campo com outra derrota na bagagem, a segunda consecutiva.
Assim, não há adepto que resista. Se quem está no campo não quer jogar, não quer lutar, não dá tudo de si, o incentivo perde a sua chama e a resignação acaba por tomar conta dos Ultras. Tudo o que quiserem, nós damos, só pedimos 90 minutos de dedicação.
1 Comments:
At 7:21 da tarde,
Anónimo said…
No mesmo fim-de-semana em que, azaradamente, perdíamos com o Estrela, um polícia morreu em Itália ao ser atingido por uma artefacto conhecido em Itália como “bomba carta” (algo semelhante a um petardo mas mais potente), durante os incidentes ocorridos no antes, no durante e no após do dérbi do futebol siciliano entre o Palermo e o Catania. Independentemente de qualquer opinião ou juízo que possamos ter acerca das forças policiais, é de lamentar o que aconteceu...
O incidente serviu para se reflectir sobre a segurança nos estádios de futebol mas veio denegrir, perante a sociedade, uma vez mais, a imagem dos adeptos, em geral, e dos ultras, em particular. Uma vez mais, infelizmente...
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